O tempo sem espaço, onde a minha alma viveu O Grande Amor, O Amor da Vida, O Amor Para Sempre, esse teu tempo morreu. Perdeu-se no espaço que nunca existiu... Foi necessário fazer vítimas, curar feridas, matar emoções. Foi preciso calcar, ressacar, esgotar o corpo e a alma, como aprendi contigo...
O Grande Amor é e será sempre o Grande Amor e só posso agradecer a dádiva de já O ter sentido, embora não O guarde. Mas afinal, quem te pode guardar, meu Grande Amor? Seria a tua morte!
Por tudo isto e por tudo mais que fica a faltar, deixo-te um desafio: Porque não me mostras o que escreves?
E não pretendo resposta.
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