Há um ano, quando morreste, dediquei-te este pequeno excerto do MEC que reflectiu exactamente o que senti naquele momento. O tempo ajuda-me a curar as dores da perda mas nunca me fará esquecer alguém especial. Como tu.
Chorei continuamente um único fio de lágrimas. Não fechei os olhos, não torci a boca, não virei a cara. Deixei cair as lágrimas durante uns cinco minutos. Doeu-me tanto. Nunca mais quero chorar assim na minha vida. Chorei porque, pela primeira vez na vida, achei uma razão para chorar.
Chorei continuamente um único fio de lágrimas. Não fechei os olhos, não torci a boca, não virei a cara. Deixei cair as lágrimas durante uns cinco minutos. Doeu-me tanto. Nunca mais quero chorar assim na minha vida. Chorei porque, pela primeira vez na vida, achei uma razão para chorar.
(...) É difícil merecer a vida, continuar aqui, armados em sei lá o quê, quando morrem os que mereciam viver.
Miguel Esteves Cardoso
Hoje dedico-te as minhas palavras, as que me saem da alma, mas sobretudo de uma grande varanda do meu coração
Hoje voltei ao local onde te enterramos há um ano atrás
Hoje voltei a chorar as lágrimas da saudade eterna,
as lágrimas de quem não vai voltar a ver,
as lágrimas do espelho da crueldade da vida.
Hoje ri com as recordações das tuas expressões,
dos teus voos sonhadores.
Hoje o arco-iris na praia eras tu e dizias:
"amigos, estou aqui e vamos fazer negócio!"
Meu amigo, nunca te esquecerei.
Hoje voltei a chorar as lágrimas da saudade eterna,
as lágrimas de quem não vai voltar a ver,
as lágrimas do espelho da crueldade da vida.
Hoje ri com as recordações das tuas expressões,
dos teus voos sonhadores.
Hoje o arco-iris na praia eras tu e dizias:
"amigos, estou aqui e vamos fazer negócio!"
Meu amigo, nunca te esquecerei.
Sem comentários:
Enviar um comentário