terça-feira, 11 de novembro de 2008

Fumo

À medida que as pessoas vão passando pela minha vida, vou percebendo o quanto me dou bem sem elas. O ponto de ruptura, que quase nunca se prende apenas e só a um momento definido, é trágico e penoso, mas depois, com o passar dos dias na companhia dos meus sossegados fantasmas, a dor atenua e acaba por se esfumar...

Os pequenos episódios que a memória vai levando e trazendo fazem-me apenas sorrir, porque compreendo que nenhuma dessas pessoas alguma vez me fez companhia, por nem conseguir entrar em mim...

Aprecio cada vez mais os meus momentos, os meus prazeres privados, a minha beleza.

Só uma pessoa me faz sentir corrente de ar...

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