segunda-feira, 13 de abril de 2009

Não quero nada, apenas um ser de ouvidos que sinta nas entranhas o que me corre nas veias agora. Maldição. Maldição, sim. O que faço agora às palavras trocadas? Palavras... Onde guardo agora as borboletas? O que faço da música partilhada? Maldição. Porque nem consigo chorar, porque nem um nó no peito consigo sentir, porque estou gelada e sinto-me impávida. Sou castigada. Maldição... Sim, maldição. Meu Deus como queria agora aquele abraço da beira do rio... E não tenho nada. Nada. Outra vez.

Sem comentários: