sábado, 26 de setembro de 2009

E no fim...

Se um dia me procurares e eu não estiver é porque morri, é porque fiquei cansada de viver e parti, para sempre. E não chores, meu amor, pois serei eu a escolher a minha estrada e terás a certeza que segui sem olhar para trás. Deixarei como tua herança o meu Moleskine preto, deves pedi-lo à minha querida filha, ela saberá que é para ti. É o meu tesouro, lá estarão as minhas linhas mais sofridas, "les jours tristes", o Libertango, a Amália e o nosso poema, e no fim, procura bem, encontrarás o verdadeiro significado da palavra "Amor"...

1 comentário:

Miguel Marujo disse...

que este não seja novo fim de um blogue... no ponto.