Desfaço-me em migalhas.
O vento soprou e atirou-me para longe,
e vou e volto e paro e fico...
Que espero eu?
Mais três dias, mais quatro noites,
uma luz no andar de cima,
outra no andar de baixo.
Que espero eu?
Procuro, não encontro.
Olho, não vejo.
Empurro daqui, puxo dali,
estico, mastigo.
Que espero eu?
Que espero eu?
Espelho meu...
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