sábado, 22 de junho de 2013

12 anos... e flores.


Há precisamente 12 anos, por esta hora, estava a chorar baba e ranho porque o meu ramo tinha flores cor de rosa... Aquilo que mais insisti com a florista foi que não queria flores no meu ramo! Quase me deu uma coisinha má. Felizmente a minha querida tia tem mão para a coisa e fez desaparecer o raio das flores. Ficou lindo! Eu também!

Arrependida? Não! É percurso de vida, fez-me crescer, aprender. Ensinou-me a ter respeito pelo ser humano, sobretudo por aquele que em certa altura da minha vida foi tudo para mim. Enganei-me? Não foi um engano, foi mesmo a vida.


De flores? Gosto, mas a crescer no campo ou nos jardins. Não em ramos onde já estão mortas. E que fique bem claro: Não quero flores no meu funeral! Melhor, não quero funeral.

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