Viajo no tempo e nos sonhos aqui perdidos. Vejo as páginas da minha vida, que vou riscando a cada desgosto. Um apaga o outro. Quando deixarei de ler este livro?
Os meus olhos serão sempre os meu olhos. Nunca deixo de sorrir, apesar do amargo que trago no ventre. Nunca deixo de chorar no intimo do meu ser, mesmo que sinta as lágrimas a secar e o coração a endurecer.. Sinto-me usada, desgastada, humilhada, como quem é o que se aparta, o que se escolhe e se deixa a um canto, mal dobrado.
Não é justo sonhar sozinho, não é justo gozar sem sentir, não é justo fugir.
Por muitas valsas que dance, por muitos fados que cante, não posso arrancar mais um pedaço de mim.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Pedaço de mim
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