quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

A paz da morte

Nunca pensei em suicídio. Talvez porque não tenho assim tanta coragem. Mas confesso que a paz da morte é o meu maior desejo hoje.

Está na hora de voltar a ouvir os meus velhos cd’s, ler as minhas poeirentas relíquias literárias e caminhar só!

Já chorei, já dei uma coça na tábua de engomar, já li algumas histórias antigas...
É tempo de levantar.

Amanhã é o dia 0!

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