quinta-feira, 28 de maio de 2009

Hoje estou assim, entregue a nada.
O vazio preenche o meu futuro e sinto-me impotente.
O desiquilibrio humano faz-se pagar no pobre animal que orgulhosamente tiraste de um qualquer canil num dia de devaneio.
Não suporto a dor.
Sabes que tiraria a roupa do corpo num dia de inverno frio para agasalhar um cão vadio, por isso me magoas assim.
Queres-me longe.
Sinto mais dor pelo cão do que por ti, porque estou esgotada.

Ontem ameacei.

Hoje cumpro.

Desisto.

Desisto definitivamente.

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